rifahallows :: Potterish

Nota: a menos que você veja aspas, estes são apenas resumos, e não palavras da própria JKR. Por favor, veja o artigo indicado para o texto original.

  • “A idéia de que nós podemos ter uma criança que escapa dos confinamentos do mundo adulto e vai para algum lugar onde ela tem o poder, tanto literalmente quanto metaforicamente, realmente me cativou.”
    [The Herald, 1997]
  • JKR: “Para criar esse mundo bruxo, eu tive que aprender uma quantia ridícula sobre alquimia. Talvez muito disso nunca seja usado nos livros, mas eu tenho que saber em detalhes o que a mágica pode e não pode fazer para definir os parâmetros e estabelecer uma lógica interna na história”.
    [The Herald, 1998]
  • JKR: “os livros exploram o mau uso do poder, e há uma tentativa de achar um sentido na morte.”
    [The Herald, 1998]
  • JKR: “É indecente o tempo que eu passei pensando em jeitos bruxos para tratar trouxas arrogantes”.
    [The Herald, 1998]
  • JKR: “Eu gastei muito tempo criando as regras do mundo mágico para que então eu soubesse os limites da magia. Então eu tive que inventar diferentes maneiras pelas quais os bruxos pudessem cumprir certas coisas”.
    [Scholastic chat #1, 2000]
  • Levou cinco anos para terminar o primeiro livro e para esboçar os seis restantes; o livro 4 foi traçado quando ela estava grávida de Jessica.
    [WBUR, 1999]
  • Alguns enredos da história são inspirados pelo folclore, porém a maior parte deles “sai da minha cabeça”.
    [WBUR, 1999]
  • A idéia para a série surgiu em 1990 em um trem.
    [National Press Club, 1999]
  • Ela não gosta de dizer as pessoas os títulos dos livros dela antes que eles estejam prontos; é uma superstição.
    [National Press Club, 1999]
  • Por que ela usa ‘J.K’ ao invés de ‘Joanne’ como seu pseudônimo.
    [National Press Club, 1999]
  • Jo diz que pesquisa criaturas e magia que as pessoas costumavam acreditar, quando esta escrevendo sobre elas. Cerca de um terço do conteúdo é do material que recolheu, o restante foi feito por Jo.
    [Diane Rehm Show, 1999]
  • Lidar e encarar a morte são “fortes temas centrais” nos livros.
    [CBC Hot Type, 2000]
  • “Crianças estão lendo os livros 12 vezes, ou quantas sejam, e estão realmente começando a entender como minha mente funciona.” Mas “geralmente o que acontece é que as pessoas juntam algo que eu disse, algo que elas gostam de pensar que eu disse, algo que alguém falou – que é completamente falso – e chegam a conclusões completamente erradas. […] Mas ninguém adivinhou ainda o que vai acontecer ou chegou perto de fato.”
    [cBBC Newsround, 2000]
  • JKR: “Eu adoro um bom mistério e minha paixão é pela construção da trama. Leitores amam ser enganados, mas não trapaceados,” Rowling diz, empolgando-se com o tema. “A melhor reviravolta de todos os tempos na literatura acontece em ‘Emma’ de Jane Austen. Para mim ela é o alvo da perfeição na direção do qual todos nós atiramos em vão.”
    [Reader’s Digest, 2000]
  • Jo tem uma “tabela” com o nome de cada estudante de Hogwarts, que conta com sua casa, suas capacidades mágicas, ascendência e a quem são leais. Ela irá precisar de informação sobre ascendência depois, “para os Comensais da Morte”.
    [Especial de Natal da BBC UK, 2001]
  • Se todos os 15 capítulos de abertura descartados do Livro 1 fossem postos juntos, eles iriam contar quase toda a história.
    [BBC UK, 2001]
  • JKR: “Eu usei um pouco do que as pessoas costumavam acreditar em mágica para adicionar um certo sabor, mas eu sempre os mudeis para se ajustarem em meus próprios interesses. Quero dizer, eu tinha liberdade com folclore, hum, para ajustar em meu enredo”.
    [BBC UK, 2001]
  • “Eu detesto livros inconsistentes e que deixam questões não respondidas. Buracos me deixam **… então eu tento ser cuidadosa e ter certeza de que tudo opera de acordo com as leis, mesmo que seja estranho, então assim todos entenderão exatamente como e porquê”.
    [Sydney Morning Herald, 2001]
  • Espera-se que os livros da série possuam muitas surpresas, mas Jo tenta se certificar de que as coisas se desdobrem de um jeito realista.
    [Sydney Morning Herald, 2001]
  • Nós não precisamos de prefácios já que ela está pronta com a série.
    [World Book Day, 2004]
  • A “pergunta crucial e central” da saga é: por que Harry e Voldemort sobreviveram a uma maldição imperdoável.
    [World Book Day, 2004]
  • JKR: “A maioria dos feitiços foram inventados, mas alguns deles são baseados no que as pessoas costumavam acreditar. Nós devemos muito do nosso conhecimento científico aos alquimistas!”
    [Amazon.com, 1999]
  • Não há nenhum personagem planejado chamado “Icicle”.
    [JKR Official Website]
  • Marco Evans é um ‘Zé Ninguém’ — o fato de seu sobrenome ser igual ao nome de solteira de Lílian é uma coincidência.
    [JKR Official Website]
  • West Ham é o único clube de futebol que já foi mencionado nos livros — isso é em honra a uma de suas mais antigas amigas, que apóia eles.
    [JKR Official Website]
  • Nós deveríamos estar perguntando “Por que Voldemort não morreu?” Não, “Por que Harry sobreviveu?” mas, “Por que Voldemort não morreu?” A maldição mortal foi rebatida, então ele deveria ter morrido. Por que não morreu? Ao final do Cálice de Fogo, ele diz que um ou mais dos passos que ele deu o permitiu sobreviver. Você deveria estar imaginando o que ele fez para ter certeza que não morresse —eu colocarei desse modo. Eu não acho que é possível adivinhar. Pode ser —alguém poderia adivinhar —mas você deveria estar se perguntando isso, particularmente agora que você sobre a profecia.
    [Edinburgh Book Festival, 2004]
  • A segunda pergunta que nós deveríamos estar fazendo é “por que Dumbledore não matou ou tentou matar Voldemort na cena no Ministério.” Dumbledore não deu um motivo real.
    [Edinburgh Book Festival, 2004]
  • Rita Skeeter foi originalmente chamada de Bridget. Ela é moralmente horrível, mas agressiva e determinada.
    [Edinburgh Book Festival, 2004]
  • Não haverão prefácios; nós não precisamos deles.
    [Edinburgh Book Festival, 2004]
  • Nenhum personagem do livro retornou do futuro.
    [JKR Official Website]
  • Ao escolher que criança matar (Neville ou Harry) Voldemort estava “escolhendo o garoto que seria o Escolhido.”
    [JKR Official Website, 2004]
  • “A sobrevivência de Harry através de suas provações não dependem completamente ou mesmo recaem em sua ‘cicatriz’.”
    [JKR Official Website, 2004]
  • Como Macbeth de Shakespeare, a profecia era um “catalisador para uma situação que nunca teria ocorrido se ela não tivesse sido.” JKR parece dizer que isso é a opinião dela sobre as profecias em geral.
    [JKR Official Website]
  • JKR: “Profecias são comumente interpretadas em diferentes pontos de vista. É isso ambas a força e a fraqueza.”
    [JKR Official Website]
  • Emma, (editora britânica) e Arthur (editor americano) são as primeiras pessoas com quem ela discute o manuscrito, mas só depois dele estar escrito.
    [TLC-MN, 2005]
  • JK usa seu website para responder perguntas que ela não tem espaço para responder em seus livros; ela acha que isso continuará depois que o livro 7 for lançado.
    [TLC-MN, 2005]
  • A coisa mais provável que JK irá escrever sobre Potter após o Livro 7 “será uma enciclopédia na qual eu poderia me divertir com personagens menos importantes e poderia dar a biografia de todos os personagens.”
    [TLC-MN, 2005]
  • No momento, a última palavra ainda é “cicatriz.”
    [TLC-MN, 2005]
  • Há pedacinhos de todos os 6 livros que JK iria “voltar e melhorar.”
    [TLC-MN, 2005]
  • Jo acha que existam por volta de 3,000 bruxos na Inglaterra, embora ela admita que ser específica sobre os números não é o modo ”como eu penso”.
    [TLC-MN, 2005]
  • Penseiras “recriam” a realidade inteira da memória e não tem qualquer interpretação ou influência pessoal. Até coisas que não foram percebidas de início, aparecem.
    [TLC-MN, 2005]
  • JK pretendia criar um paralelo com a Segunda Guerra Mundial quando ela escolheu a data da morte de Grindelwald (1945).
    [TLC-MN, 2005]
  • Guerras trouxas e bruxas “alimentam” uma a outra.
    [TLC-MN, 2005]
  • Finalmente, uma das Horcruxes restantes é fácil de adivinhar se você for um leitor cuidadoso.
    [TLC-MN, 2005]
  • Harry é um bom modelo, mas não é santo. Ele está lutando para fazer a coisa certa.
    [ITV, 2005]
  • Dumbledore e Flamel “tornaram-se amigos durante a vida de Dumbledore, eles não tinham sido amigos de infância.”
    [ITV, 2005]
  • JK ama escrever diálogos, especialmente entre Harry, Rony e Hermione.
    [ITV, 2005]
  • Num certo ponto, existiu um personagem cego chamado Mopsus que tinha o poder da segunda vista, mas suas habilidades divinas estavam um pouco boas demais e ele foi cortado. Ele tinha algumas similaridades com Olho-Tonto Moody.
    [ITV, 2005]
  • Harry tem óculos porque JK “quis ler sobre um herói usando óculos.”
    [ITV, 2005]
  • “Meu editor não deixa nenhum dos meus personagens usar xingamentos, o que é difícil às vezes, pois Rony é definitivamente um cara que usaria xingamentos.”
    [ITV, 2005]
  • Magia não faz significantemente o mundo de Harry melhor. As relações que ele tem no mundo mágico fazem o mundo dele melhor. “Magia complica a vida dele em muitas formas.”
    [Time Magazine, 2005]
  • “Eu nunca pensei em termo do O que eu vou ensiná-los? Ou, O que será bom para eles descobrirem aqui?”
    [Time Magazine, 2005]
  • Quanto ao assunto de os livros dela serem livres de referências a Deus: “Hum. Eu não acho que eles são seculares,” ela disse, escolhendo as palavras calmamente. “Mas, obviamente, Dumbledore não é Jesus.”
    [Time Magazine, 2005]
  • [Os livros são uma] “espécie de reunião de pais ruins. É onde o mal parece florescer, em lugares onde os pais não fazem bem seu trabalho”.
    [Time Magazine, 2005]
  • “Em todos os livros, há coisas que eu voltaria e re-escreveria.”
    [Time Magazine, 2005]
  • Jo tem toda a série planejada, mas ela se permite algumas digressões.
    [BBC Radio4, 2005]
  • Jo acha que a cena do primeiro livro onde Voldemort aparece na nuca de Quirrel foi “uma das coisas mais apavorantes que eu já escrevi”.
    [R&J, 2006]
  • Harry descobre que os problemas do mundo trouxa são ainda mais exagerados no mundo bruxo, porque tudo é agravado pela mágica. “Natureza humana é natureza humana, não importa os poderes especiais ou talentos que você tenha.”
    [R&J, 2006]
  • O capítulo “O Espelho de Ojesed” do Livro 1 é um de seus “capítulos preferidos em toda a série”.
    [R&J, 2006]
  • Jo ainda diz que ela poderá fazer um tipo de enciclopédia sobre o Mundo Mágico para a caridade após o Livro 7.
    [R&J, 2006]
  • Madame Pince foi feita tão asquerosa porque, se houvesse uma bibliotecária gentil e amigável, metade das tramas de Jo não teriam dado certo. Jo queria que Hermione tivesse que ir e procurar as respostas por ela mesma.
    [Radio City2, 2006]